O que é uma hot shop ?
Hot shops são agências de propaganda pequenas e muito ágeis
que surgiram pelo mundo na década de 90, trazendo um novo
conceito de atuação junto aos clientes:
estrutura enxuta e muita ousadia na criação.
Outra característica importante das hot shops:
elas priorizam as idéias, e não os planos de mídia.
Como as hot shops não dependem de veiculação para fazer caixa,
podem cobrar seus trabalhos de forma flexível, por
projeto ou por participação nos resultados (success fee).
Toda hot shop tem no seu comando um profissional de criação
(às vezes dois, ou três) reconhecido no mercado, e ele estará sempre
envolvido diretamente em cada projeto.
Ou seja, o cliente terá sempre a certeza de ter a melhor resposta
criativa no seu trabalho.
Pelo brilho criativo, pela rapidez nas ações e pela flexibilidade
na remuneração as hot shops são hoje um modelo vitorioso de agência.
E mesmo grandes clientes (como Coca Cola, Adidas, Nike, General
Motors, Apple) tem dividido suas contas entre agências tradicionais e
hot shops.
Maiores informações sobre esse novo formato de agência podem ser
obtidas no blog Diário de Bordo, de Regina Augusto, editora de Meio &
Mensagem, que visitou hot shops em 3 continentes.
Lá se encontram as revolucionárias Táxi, StrawberryFrog, Wieden+
Kennedy, Crispin, Porter & Bogusky, Madame Rushmore, Naked,
Mother, Santo, La Comunidad, La Modernista, Anomaly...
No Brasil, a
Geocomm, com escritórios em São Paulo e no Porto, em
Portugal, é uma hot shop que tem no seu comando Mauricio Oliveira,
um dos profissionais de criação mais premiados do Brasil.
Como as demais hot shops espalhadas pelo mundo, a Geocomm segue
na contramão das agências tradicionais.
Aqui o cliente não paga por grandes estruturas.
Compra um sistema de inteligência e criatividade que está ligado
no seu produto 24 horas por dia.
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